Depois de mais de um mês de intensa programação cultural, com a ópera Cavalleria Rusticana, se encerra o II Festival de Verão, que trouxe para Ivinhema, como centro de discussões e reflexões, o Paraguay Contemporâneo. Foram férias com conhecimento, com emoção e com crescimento. Impossível as pessoas que participaram de algum dos mais de 50 eventos, não ter se transformado. Impossível. Neste período, pode-se conhecer parte da arte que é feita no país tão perto e tão longe da gente. As palavras do Júlio Alvarez, no primeiro Diálogo Pertinente, junto à grande Maria Adélia Menegazzo, doeram na carne, ao menos dos que se sentem brasileiros e têm vergonha dos acontecimentos da Grande Guerra, ou Guerra do Paraguai. Júlio também nos trouxe as cores e a ironia desse país, representado ainda nas cabeças de Marcos Benitez, escolhidas por Douglas Colombelli. A fronteira onde o Brasil foi Paraguai esteve nas vozes de Maria Cláudia, Maria Alice e do belo grupo Tapês. O Ballet de Pedro Juan Caballero nos encantou com a triste história da Galopera, dançada com o vaso na cabeça e depois cantada por Luis Parra. Já do lado de cá, o Ginga estreou em grande estilo seu Amor Líquido, inaugurando a velha usina de energia. Usina de Luz. Na usina, assistimos em clima de bar, Memórias do Subdesenvolvimento, o filme cubano que continua nos ensinando a pensar. O cinema contou várias histórias do sonho latino-americano, escolhido e explicado por Elen Dopenschmitt. O Ramiro Gomez trouxe o cinema contemporâneo do Paraguai. A velha usina presenciou ainda a festa do Teatro Mágico, o lirismo do Pia Fraus e a eloqüência da Cant’ art na ópera Cavalleria Rusticana. Uma ressurreição. Quem quis aprender, aprendeu. Aprendeu arte com a família Jordão, com o Marcos Câmara, com a Joanita e com o Rafael Maldonado, filosofia com a Marília Fiorillo, fotografia com a Elis Regina, origami com o Elder, o Magno e o Danilo, história com o Marco Antônio de Rezende, cinema com o Naldo Rocha, teatro com a Laís Dória. Teatro, teve também, o improvisado Improváveis e a performance do poeta Emmanuel Marinho. De poeta, também veio o Douglas Diegues, que apresentou um novo fôlego em nossa Literatura, o Portunhol Selvagem. Ele dialogou pertinentemente com a Mônica Falcone. Também dialogaram, o Cristian González com a Gicelma Chacarósqui, a Maria Cláudia com a Camile dos Anjos, o maestro Eduardo Martinelli com o Jonas Feliz, o Thiago Jordão, o Douglas Colombelli e o Marcos Benitez, o Marcos Câmara com o Marcelo Fernandes, que tocou a América Latina em seu violão erudito. O Bojo Malê encheu a rua de sons e a Orquestra Sinfônica de Campo Grande, toda a cidade. A produção de tudo isso ocupou o Fernando Ferrari, a Juliana Almeida, a Lillian, a Neusa, o Leone Bacchiegas, o Paulão, o Carlinho, o Carminho, o Zé Luís, o Paulo fotógrafo, o Xororó, o Anderson da iluminação, o Juliano, o Maicon, a Nádia, o Gerson, a Regiane, a Marcela, o Renato Moreno, o Afonso, a Celeste, a incansável Camila Jordão e a família, que recebeu todo mundo. Acho que a beleza recompensou o esforço e a presença indispensável dos fiéis Lolinha e João, Jean e Mariza, Dirce, João Batista, Maria Bianchi, Dona Bené, vó Benedita, dona Terezinha, Zeca, Neli, Izabel, Luzia, Márcia, Zulmira, Francielli, Marli, Gerson, Regiane, Suellen e sua mãe, nos dão força para continuar o sonho e nos atrever a convidar a todos os que agüentaram ler este texto até aqui para participarem do III Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, “Matéria Prima: Manoel de Barros”, que realizar-se-á no período de oito a 23 de janeiro de 2.010 em algum lugar da cidade de Ivinhema-MS. ATÉ LÁ.
II Festival de Verão de Ivinhema
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009
O II Festival de Verão termina em grande estilo com a Ópera Cavalleria Rusticana













A jornalista Mônica Falcone resumiu a ópera: “É um milagre!” Ela se referia à beleza da montagem da Cavalleria Rusticana pela companhia Cant’Art de Campo Grande, apresentada no simbólico edifício da antiga usina já na zona rural de Ivinhema. A noite foi tão rara que ecoou a afirmação do músico Jean Stringueta no curso de Filosofia de Marília Fiorillo: “Parece Mentira!” . Essa sensação de surrealismo perpassou todo o II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, mas ficou mais evidente com a apresentação da mais completa e complexa das artes cênicas, a de mais difícil compreensão e de mais forte emoção. A ópera é avassaladora. Nas palavras de Edneide Dias de Oliveira, realizadora desta grande loucura: “Com a ópera, ou se ama ou se odeia, ninguém sai indiferente.” Este clima de exagero era o adequado para encerrar um festival de 40 dias e mais de cinqüenta eventos. Cinco solistas, entre eles as grandes vozes da soprano Angélica Jado e do renomado tenor catarinense, Luis Fernando Vieira, além do coral da Cant’Art encenaram a obra de Pietro Mascagni. Terminada a função e em meio ao desmanche do circo, ópera e do festival, o também grande pianista, Luis Fernando Vieira, encheu de música o querido prédio da antiga usina e a milagrosa noite de 17 de janeiro de 2009.
Domingo, 18 de Janeiro de 2009
Sábado, 17 de Janeiro de 2009
Família Ana Jordão contribui com três oficinas no II Festival de Verão
A arte e o artesanato da Família Ana Jordão estiveram presentes em três cursos na Fundação Nelito Câmara. Dona Ana Jordão ensinou as técnicas de fuxico e bordados, Carol Jordão fez uma releitura da obra Coruja de Picasso para ensinar o empapelamento e desenho para o público infantil. Tiago Jordão ministrou o curso de olhares estéticos na arte.
Os Improváveis apresentam T.P.M. Pocket na Fundação Nelito Câmara
O grupo teatral campo-grandense os Improváveis Teatro Clube encenou no último sábado seu mais recente espetáculo T.P.M. Pocket. A trupe de Campo Grande é conhecida por desenvolver seu trabalho baseado no Teatro do Improviso. O público que lotou a sala de espetáculo da sede da fundação entrou na onda do grupo e participou de todas as brincadeiras propostas.
Concerto com O teatro mágico é uma festa na antiga usina.
A noite da terça-feira, 13, foi de festa para a população de Ivinhema. O grupo O teatro mágico realizou na antiga usina o concerto de seu novo trabalho 2º. Ato para uma numerosa platéia. A trupe cantou seus novos sucessos, mas não deixou de tocar os antigos. Um dos momentos mais esperados foi a performance aérea da acrobata Gabriele. No final do concerto o público pediu mais e o grupo cantou mais três músicas. O concerto terminou com emoção mútua entre platéia e os músicos, que receberam a todos para as saudações.
Grupo O teatro mágico faz oficina no II Festival de Verão
Alguns integrantes da trupe O teatro mágico realizaram na tarde do dia 13 duas oficinas relacionadas ao trabalho do grupo. Enquanto o músico Galdino falou e apresentou técnicas musicais com violino e bandolim para o público juvenil, a acrobata Gabriele ensinou passos e movimentos circenses ao público infantil.
Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
O Teatro Mágico apresenta seu 2º. Ato na antiga usina de Ivinhema
Improváveis Teatro Clube ensina jogos do improviso teatral
O teatro do improviso é a categoria escolhida para o trabalho do grupo Improváveis Teatro Clube e foi o tema da oficina ministrada pelas atrizes Carol Araújo e Fernanda Versolato. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer as técnicas e jogos da improvisação. A oficina aconteceu no sábado, dia 10 dentro do II Festival de Verão.
Brasil e Paraguai se encontram na voz de Maria Alice e no violão de Pedro Ortale
Os músicos Maria Alice e Pedro Ortale apresentaram na sexta- feira , 09, um concerto acústico, onde criaram novas leituras para os clássicos da fronteira. Músicas paraguaias como Recuerdos de Ipacaray, Mercedita e Índia foram intercaladas com as regionais sul-mato-grossenses Sonhos Guaranis e Amargurado. No final do concerto o filho dos músicos, João Pedro, acompanhou os pais em Mercedita e Meu Vicío.
Buenas Noches, Futuro...
¿Que puedo dizer del II Festival de Verano de Ivinhema que hay empezado el 12 de diciembre y segue hasta el 17 de enero?
Leio el programa aberto sobre mia mesa e fico perplexo: uma cidade tan pequena, uma programacione imensa...
Cinema, teatro, oficinas, diálogos, danza, literatura, fotografia, mostras de arte, etc...
Sinceramente queria ter assistido al balé de las yiyis del Ginga mais do que haber participado falando sobre portunhol selvagem y leyendo algunos sonetitos salbahes nel calor de la hora...
Ver las yiyis del Ginga danzando faria muy bem a mio korazoncito de caubói rollingstones solitário cruzando los Chacos de la vida pilotando uma nave-yakaré de 4 rodas...
¿Que queres que te diga?
La realidade supera la ficcione por metro e por kilo num Festival como este de Ivinhema, me sinto menos desubikado em Mato Grosso do Sul, el horário es parisino, agradezko el haber sido tratado comoartista, non como boludo útil, muito menos vedete literária...
Alguma coisa está mundando também em Mato Grosso do Sul... Energias de las mudanzas brotam como flores de la buesta de las vakas del fondo del hondo de las iluziones perdidas de los sertonismos de las periferias de los Chacos de la existência a la margem de los centros de las decisiones burocráticas y de la falta de imaginacione ofiziale...
¡Avanti Ricardo Câmara!
Em Ivinhema el futuro non cabe mais em los outdoors de la kapital...
Por Douglas Diegues
Asunción, Verano 2009
Leio el programa aberto sobre mia mesa e fico perplexo: uma cidade tan pequena, uma programacione imensa...
Cinema, teatro, oficinas, diálogos, danza, literatura, fotografia, mostras de arte, etc...
Sinceramente queria ter assistido al balé de las yiyis del Ginga mais do que haber participado falando sobre portunhol selvagem y leyendo algunos sonetitos salbahes nel calor de la hora...
Ver las yiyis del Ginga danzando faria muy bem a mio korazoncito de caubói rollingstones solitário cruzando los Chacos de la vida pilotando uma nave-yakaré de 4 rodas...
¿Que queres que te diga?
La realidade supera la ficcione por metro e por kilo num Festival como este de Ivinhema, me sinto menos desubikado em Mato Grosso do Sul, el horário es parisino, agradezko el haber sido tratado comoartista, non como boludo útil, muito menos vedete literária...
Alguma coisa está mundando também em Mato Grosso do Sul... Energias de las mudanzas brotam como flores de la buesta de las vakas del fondo del hondo de las iluziones perdidas de los sertonismos de las periferias de los Chacos de la existência a la margem de los centros de las decisiones burocráticas y de la falta de imaginacione ofiziale...
¡Avanti Ricardo Câmara!
Em Ivinhema el futuro non cabe mais em los outdoors de la kapital...
Por Douglas Diegues
Asunción, Verano 2009
Sábado, 10 de Janeiro de 2009
Tierra Roja de Ramiro Gomez abre a mostra de cinema do II Festival de Verão
O cineasta paraguaio Ramiro Gomez apresentou no último dia cinco seu primeiro documentário, o poético Tierra Roja, dentro do Festival da Fundação Nelito Câmara. Após a exibição do longa-metragem, houve um debate e o diretor explicou ao público todo o processo de construção da obra e as várias leituras que se pode fazer dela. Esteve presente na sessão a curadora da mostra de cinema, Elen Doppenschitt.
Marilia Fiorillo alimenta o II Festival de Verão com Filosofia
A renomada professora de Filosofia da USP, jornalista, Dra. Marilia Fiorillo foi a responsável pelo curso que abordou filosoficamente questões necessárias para se compreender a realidade contemporânea. A escritora do recém-lançado livro ”O Deus Exilado”, recorreu a Platão e Marx para comentar, por exemplo, o que vem acontecendo na Palestina. O curso que perdurou quatro dias, terminou com a conclusão apontada por uma das alunas de que não existe verdades absolutas e de que a educação é o caminho para a paz.
Antiga usina recebe clássico do cinema cubano
A apresentação do filme cubano, Memórias do Subdesenvolvimento, de Tomás Gutierres Alea, tornou-se um dos grandes destaques do II Festival de Verão. A projeção se deu na antiga usina, que foi transformada naquela noite em um cinema contemporâneo. A iluminação de velas, produzida por Camila Jordão, fez do espaço um ambiente propício para a exibição do clássico de 1968.
Crianças e adolescentes experimentam fotografia com Elis Regina Nogueira
Durantes três dias os participantes do curso de fotografia do II Festival de Verão tiveram acesso a história da fotografia e as noções básicas para se fotografar bem . Os alunos tiveram oportunidade de conhecer as câmeras de caixa preta e depois fotografar com máquinas analógicas. Todos receberam uma apostila para continuar o aprendizado de fotografia e no final do curso foi feita uma pequena exposição dos resultados obtidos.
Cinema Latino-Americano é o tema do curso de Elen Dopenschmitt
As técnicas, conceitos e tipos de narrativas no cinema latino-americano foram alguns dos pontos abordados pela Dra Elen Dopenschmitt, tradutora e especialista de cinema latino. Em seu curso Elen mostrou trechos dos principais filmes realizados na América Latina, atentando para as características de nosso olhar cinematográfico.
Lais Dória movimenta o II Festival de Verão com seus jogos teatrais
A atriz e educadora Lais Dória realizou no último dia 05 uma oficina de teatro e educação para cerca de 40 participantes. Os alunos fizeram uma série de jogos teatrais e no final da tarde apresentaram na praça central o resultado da oficina com uma performance de poesias de Manoel de Barros e Gicelma Chacarosqui.
Crianças aprendem noções de arte contemporânea
A professora Joanita Rodrigues Queiroz ensinou na primeira semana do II Festival de Verão as principais noções da arte contemporânea para crianças. A oficina que durou três dias teve a participação de mais de 30 alunos, que fizeram performance em praça pública, trabalharam pinturas sobre papel e em camisetas. No final houve um desfile, onde os alunos apresentaram seus trabalhos.
Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Sonhos Latino-Americanos são projetados na mostra de cinema do II Festival de Verão.
Os grandes nomes do cinema latino-americano estão presentes nas projeções de filmes da Fundação Nelito Câmara. Paraguay, México, Chile e Argentina têm seus representantes durante toda esta semana. A curadoria está a cargo de Ellen Doppeschmitt que selecionou, uma série de filmes que traduzem os sonhos da América Latina. Entre os selecionados estão o Requiem para um Soldado de Galia Giménez, do Paraguay, A História oficial de Luiz Puenzo, e a Febre do Loco de André Wood, do Chile e Amores Brutos de Alejandro Gonzalez Iñarritu, do México.
A música de fronteira do Grupo Tapês emociona no II Festival de Verão
O grupo Tapês, fruto da associação de músicos de Amambai foi a grande atração do dia 03 de Janeiro no festival da fundação Nelito Câmara. Para uma platéia lotada o grupo apresentou um concerto dividido em três partes. Na primeira, com violino em destaque, o Tapês fez os grandes clássicos dos bailes de fronteira. A segunda parte do concerto se concentrou nas vozes masculinas, que trouxeram as músicas de raiz e as canções populares, deixando para a última parte as músicas que tem a harpa como instrumento principal. O grupo Tapês está sob regência do maestro Jamil.
II Festival de Verão é destaque na imprensa paraguaia
O Jornal de Assunção La Nacion noticiou em sua versão impressa e on-line o II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara. O periódico chamou a atenção ao fato de o festival ter adotado o Paraguai contemporâneo como tema ás importantes presenças de artistas paraguaios, como Marcos Benites, Júlio Alvarez, Ramiro Gomes e Tessy Sosa, além do balé folclórico de Pedro Juan Caballero.
Sábado, 3 de Janeiro de 2009
Portunhol Selvagem chega ao II Festival de Verão
O portunhol selvagem e arte cartoneira foram o tema de mais um diálogos pertinentes, desta vez entre o poeta Douglas Diegues e a jornalista Mônica Falconi. Essa língua literária de fronteira foi chamada por Douglas de não-movimento literário e vem ganhando seguidores em várias partes do mundo. O Portunhol Selvagem mistura o português, o espanhol e o Guarani além de palavras em Holandês, Japonês e Africanas. “’É una brincadeira poética séria , donde todos puedem brincar e acrescentar las palavras que fazem parte de sus experiências’” . Disse Douglas Diegues, um dos idealizadores deste não movimento . Para saber mais sobre o Portunhol Selvagem basta acessar o blog http://www.portunholselvagem.blogspot.com/
Por: Ricardo Câmara
50 Anos de Brasil foi o tema da conferência do jornalista Marco Antônio de Rezende
A história recente do Brasil foi revista na conferência ministrada pelo jornalista Marco Antônio de Rezende dentro do II Festival de Verão. O jornalista, que já esteve na revista Veja e correspondente por 25 anos na Itália e no Oriente Médio falou sobre a conquista de democracia e a estabilização da economia como fatores determinantes para o crescimento atual do pais. Também explicou sobre a crise mundial e projetou um documentário com a história dos últimos cinqüenta anos no Brasil.
Por: Ricardo Câmara
Balé Folclórico de Pedro Juan Caballero encanta Ivinhemensses
No dia 18 de Dezembro aconteceu a apresentação do Balé Folclórico de Pedro Juan Caballero na sede da Fundação Nelito Câmara. O grupo apresentou danças folclóricas e tradicionais com explicações prévias de suas origens, possibilitando a compreensão desta cultura paraguaia. Um dos momentos mais emocionantes foi a dança da Galopeira, quando as bailarinas se apresentam equilibrando potes de barro na cabeça. O balé é formado por seis casais e dirigido pela professora Verônica Patricia Ojeda Lopez.
Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009
Música sul-mato-grossense ganha novas versões na voz de Maria Cláudia
Os grandes clássicos da música regional viraram novidade com os novos arranjos dados por Maria Cláudia e Marcos Mendes no concerto Tocando em Frente, realizado no último dia 26 na Fundação Nelito Câmara.
O público assistiu emocionado a doce voz de Maria Cláudia cantando Chalana, Trem do Pantanal e Vida Cigana. Os aplausos eram contínuos e a platéia cantou junto com a dupla as músicas de Almir Satter, Geraldo Espíndola e outros. O casal foi acompanhado pelo violão de Américo e pela bateria de Matheus. A apresentação foi um dos grandes momentos do II Festival de Verão.
O público assistiu emocionado a doce voz de Maria Cláudia cantando Chalana, Trem do Pantanal e Vida Cigana. Os aplausos eram contínuos e a platéia cantou junto com a dupla as músicas de Almir Satter, Geraldo Espíndola e outros. O casal foi acompanhado pelo violão de Américo e pela bateria de Matheus. A apresentação foi um dos grandes momentos do II Festival de Verão.
Por: Ricardo Câmara
Música paraguaia embala a terça-feira na Fundação Nelito Câmara
O cantor Luiz Parra fez sua Seresta Paraguaia no último dia 30 dentro do II Festival de Verão. O público assistiu a uma coletânea de sucessos gravados na memória da fronteira. Música como Recuerdos de Ypacaray e Mercedita ganharam novas leituras do cantor. O carisma de Luiz Parra e sua esposa, que o assessorava no palco, conquistou a platéia.
Por: Ricardo Câmara
Escritor paraguaio debate com poetisa brasileira
O escritor Cristian González e a poetisa Gicelma Chacarosqui fizeram um interessante debate sobre literatura do Paraguai e do Brasil no último dia 29, dentro do II Festival de Verão. Chistian e Gicelma apresentaram suas produções e levantaram importantes discussões sobre a produção literária na fronteira. O escritor paraguaio demonstrou grande universalidade em seus temas , concluindo que sua pátria é todo o planeta e suas questões são as mesmas de toda a humanidade. Gicelma por sua vez apresentou as questões locais, como o premiado poema Ivinhemar, que fala das belezas desta região. Poemas da escritora e fragmentos da obra de Cristian foram interpretados por alunos da fundação Nelito Câmara.
Por: Ricardo Câmara.
Orquestra sinfônica de Campo Grande emociona a população de Ivinhema
A população de Ivinhema assistiu no último dia 17, terça-feira, pela primeira vez em praça pública a apresentação de uma Orquestra Sinfônica. Aproximadamente mil possas compareceram para ver o concerto realizado pela Orquestra Sinfonica de Campo Grande, comandada pelo maestro Eduardo Martinelli, dentro das atividades do II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara.
Peças clássicas de Vivaldi, Mozart, Bizet, além de populares, como “Recuerdos de Ypacarai” emocionaram o público. A surpresa da noite foi a participação dos dois corais da Fundação Nelito Câmara, o da melhor idade e o infanto-juvenil, sob comando da professora Cinara Baccili, além do grupo de percussão, comandado pelo professor Chico Simão, na peça “Maracatu”.
Por: Ricardo Câmara.
II Festival de Verão recebe a visita da Cia de Reis

A Fundação Nelito Câmara recebeu na noite de domingo, dia 28, a visita da Companhia dos 3 Reis Magos. A Companhia é a mais antiga de Ivinhema e todos os anos sai em visitas pelas casas do município. Neste ano, os devotos decidiram participar do festival de verão e encenar um o Nascimento de Jesus.
A iniciativa proporcionou aos mais novos a descoberta desta cultura regional, e aos mais velhos trouxe a saudade dos tempos em que havia vários grupos, que passavam de casa em casa, principalmente nas em regiões rurais.
O presidente da FNC, Ricardo Pieretti Câmara, recebeu a bandeira enquanto o grupo fazia uma entoada (canção) logo na entrada. Em seguida houve a apresentação para todo o público.
A Cia 3 Reis é composta por 21 integrantes, sendo que na apresentação oito deles representaram o Nascimento, enquanto os outros treze participantes cantavam a narrativa. O embaixador da companhia é o Mestre Valmir.
No encontro de Folias de Reis de 2007 em Aparecida do Norte, dentre noventa e sete grupos, o de Ivinhema foi destaque, sendo um dos únicos a se apresentar mais de uma vez.
Por: Afonso Siqueira
Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009
Emmanuel Marinho canta seus versos e suas delícias na Fundação Nelito Câmara
O poeta douradense Emmanuel Marinho apresentou no dia 27 de Dezembro uma performance poética, onde incluiu parte de sua obra, como atualíssima Genocídio. A apresentação faz parte da segunda edição do Festival de Verão.
Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008
História da Arte foi tema do curso de Marcos Câmara.



O artista plástico Marcos Câmara, realizou no II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, um curso onde foi abordado a História da Arte Brasileira, em seus principais momentos: a fase inicial retratada pelas primeiras pinturas realizadas pelos indíos, passando pelo barroco que tem como marca as pinturas religiosas, até a Semana de Arte Moderna, onde são propostas novas maneiras de sentir e ver a arte, período este considerado um dos marcantes momentos na evolução da arte Brasileira.
Domingo, 28 de Dezembro de 2008
Sábado, 27 de Dezembro de 2008
VIOLÃO ERUDITO CITA O RITMO DA CULTURA LOCAL
O II Festival de Verão encanta os ivinhemenses, que aplaudem de pé, o concerto do violão erudito de Marcelo Fernandes. Ele foi capaz de demonstrar como a cultura do estado do Mato Grosso do Sul pôde ser representada por sua seleção de canções. A apresentação ocorreu na última segunda-feira, dia 22, na Fundação Nelito Câmara como parte da programação do Festival.
De início, houve um diálogo, do músico/professor Marcelo Fernandes com o músico Marcos Câmara, sobre as diferenças e semelhanças das músicas eruditas e pop. E após, Marcelo iniciou sua apresentação, e entre a execução de cada música havia uma mini-aula sobre a história e significado de cada obra, fazendo com que o evento não fosse apenas de entretenimento, mas que passasse aos presentes o conhecimento que está inserido em cada composição demonstrada.
O silêncio se fazia totalmente presente durante a execução de cada faixa, as quais variavam desde o ano ao país de origem, entretanto todos rodeavam um mesmo tema: a cultura sul-mato-grossense, que foi o foco de sua vasta pesquisa musical, resultando em seu primeiro álbum: “Música latino-americana para violão”. O ápice foi a re-leitura de “Mercedita”, pois era fácil notar que dentre os acordes havia o canto sussurrado das pessoas presentes.
Essa e outras apresentações artísticas, oficinas e cursos estão sendo realizadas no II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, que vem proporcionando à população de Ivinhema mais de um mês de atividades culturais. Nesta sexta-feira às 20h, dia 26, haverá o concerto “Tocando em Frente” de Maria Cláudia e Marcos Mendes.
De início, houve um diálogo, do músico/professor Marcelo Fernandes com o músico Marcos Câmara, sobre as diferenças e semelhanças das músicas eruditas e pop. E após, Marcelo iniciou sua apresentação, e entre a execução de cada música havia uma mini-aula sobre a história e significado de cada obra, fazendo com que o evento não fosse apenas de entretenimento, mas que passasse aos presentes o conhecimento que está inserido em cada composição demonstrada.
O silêncio se fazia totalmente presente durante a execução de cada faixa, as quais variavam desde o ano ao país de origem, entretanto todos rodeavam um mesmo tema: a cultura sul-mato-grossense, que foi o foco de sua vasta pesquisa musical, resultando em seu primeiro álbum: “Música latino-americana para violão”. O ápice foi a re-leitura de “Mercedita”, pois era fácil notar que dentre os acordes havia o canto sussurrado das pessoas presentes.
Essa e outras apresentações artísticas, oficinas e cursos estão sendo realizadas no II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, que vem proporcionando à população de Ivinhema mais de um mês de atividades culturais. Nesta sexta-feira às 20h, dia 26, haverá o concerto “Tocando em Frente” de Maria Cláudia e Marcos Mendes.
Por: Afonso Siqueira
Com estréia em Ivinhema, Ginga dança o amor contemporâneo
Na antiga usina de energia de Ivinhema, um prédio desativado e desconhecido por boa parte da população local, a Cia Ginga de Dança estreou seu espetáculo Amor Líquido. O evento aconteceu na última sexta-feira, dia 19, como parte do II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara.
O espetáculo, dirigido por Chico Neller, mostra a partir do movimento dos três casais de bailarinos, e da música de Jonas Feliz, as situações conjugais da atualidade. Com passos rápidos e poucas vezes sincronizados, além de olhares perdidos, os casais vão se buscando até encontrarem-se juntos e por fim estarem sós.
O público recebeu esses questionamentos com um demorado aplauso final e platéia toda em pé. A iluminação de Expedito Montebranco, transformou o antigo galpão, iluminado por mais de setenta pontos de luz, num espaço adequado ao teor do espetáculo. E foi ali, onde duas gerações distintas puderam coexistir em harmonia.
O espetáculo, dirigido por Chico Neller, mostra a partir do movimento dos três casais de bailarinos, e da música de Jonas Feliz, as situações conjugais da atualidade. Com passos rápidos e poucas vezes sincronizados, além de olhares perdidos, os casais vão se buscando até encontrarem-se juntos e por fim estarem sós.
O público recebeu esses questionamentos com um demorado aplauso final e platéia toda em pé. A iluminação de Expedito Montebranco, transformou o antigo galpão, iluminado por mais de setenta pontos de luz, num espaço adequado ao teor do espetáculo. E foi ali, onde duas gerações distintas puderam coexistir em harmonia.
A Cia Ginga de Dança, com 22 anos de trajetória, é o grupo de dança mais respeitado do estado de Mato Grosso do Sul e em 2009 levará seu Cultura Bovina? para 33 cidades brasileiras dentro do projeto Palco Giratório do SESC, além de ter sido selecionado pelo Caixa Edital de Ocupação para apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo.
Essa e outras apresentações artísticas, oficinas e cursos estão sendo realizadas no II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, que vem proporcionando à população de Ivinhema mais de um mês de atividades culturais. Nesta segunda-feira, 22, éa vez do violão erudito de Marcelo Fernandes com o concerto “Música Latino-Americana para Violão” às 20h no pátio da sede da Fundação.
Essa e outras apresentações artísticas, oficinas e cursos estão sendo realizadas no II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, que vem proporcionando à população de Ivinhema mais de um mês de atividades culturais. Nesta segunda-feira, 22, éa vez do violão erudito de Marcelo Fernandes com o concerto “Música Latino-Americana para Violão” às 20h no pátio da sede da Fundação.
Por: Afonso Siqueira
Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
Grupo Bojo Malê contagiou público presente no II festival de Verão de Ivinhema.
Abertura oficial do II Festival de verão contou com exposição Vernissage.
A abertura do II Festival de verão, realizada na Fundação Nelito Câmara, contou com a exposição Vernissage, de autoria dos artistas plásticos: Marcos Benites e Felix Toranzos. O II Festival de Verão de Ivinhema é uma realização da Fundação Nelito Câmara, e tem como tema " El Paraguay Comteporaneo", o festival inciou em 12/12 e vai até 17/01.
Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
Artista plástico e critíca de arte, realizaram diálogo pertinente no II Festival de Verão.
O Professor e artista plástico Júlio Alvarez e a critica de Arte Prof. Dra. Maria Adélia Menegazzo fizeram a primeira edição da série Diálogos Pertinentes, realizada no palco de eventos do II Festival de Verão. Os dois estudiosos traçaram as linhas a serem seguidas pelo festival e puseram em pauta a produção cultural brasileira e paraguaia. Júlio falou da descentralização cultural que vem acontecendo e da importância em haver eventos que tragam as discussões artísticas e sociais para o interior. Já Maria Adélia se deteve nos assuntos identitários, que nem sempre são abordados adequadamente. As questões da cultura fronteiriça e a falta de informações sobre a realidade do país vizinho também foram tema de discussão.
Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
Música e Teatro são atrações no II Festival de Verão.
Nos dias 13 e 14 foram apresentados no palco da Fundação Nelito Câmara, a peça teatral “ O Auto da Compadecida”, além do Coral de Violinos e de Violões.
A peça e o coral, foi apresentada pelos próprios alunos da Fundação.
O II Festival de Verão de Ivinhema, é uma realização da Fundação Nelito Câmara, que tem como diretor o Sr. Ricardo Pieretti Câmara.
A peça e o coral, foi apresentada pelos próprios alunos da Fundação.
O II Festival de Verão de Ivinhema, é uma realização da Fundação Nelito Câmara, que tem como diretor o Sr. Ricardo Pieretti Câmara.
O II Festival de Verão, acontece de 12 Dezembro até 17 Janeiro Janeiro e traz diversas apresentações culturais, o tema deste festival é " El Paraguay Comtemporáneo, e conta com uma vasta programação, que valoriza os artistas regionais, além de abordar a cultura Paraguaia.
Por: Renato Moreno.
Domingo, 14 de Dezembro de 2008
Get Infantil fez sua segunda apresentação neste Domingo
O Grupo Experimental de Teatro Infantil da Fundação Nelito Câmara encerrou sua participção no II Festival de Verão com a encenação da peça O Dragão Verde, de Maria Clara Machado com direção da professora Regiane Brito. O público formado por adultos e crianças se divertiram com as trapalhadas do jardineiro Pedro bque consegue matar o dragão e casar-se com a princesa Filosel Aurora."Foi um trabalho desafiador. A turma tem entre 9 e 12 anos. Conseguimos realizar um trabalho com êxito e foi um a experiência exelente. As crianças mostraram uma grande desenvoltura e a apresentaçao parece ter agrado a todos."
Regiane de Brito
coordenadora do GET Infantil
coordenadora do GET Infantil
Sábado, 13 de Dezembro de 2008
Peça " O Auto da Compadecida" será apresentada neste sábado (13) no II Festival de Verão.
Neste sábado ( 13), como parte das apresentações do II Festival de Verão da Fundação Nelito Câmara, será apresentada a peça teatral " O Auto da Compadecida" , a partir das 20:00 horas, a peça inspirada na obra de Ariano Suassuna, trata-se de uma comédia onde são retratados a cultura popular brasileira e a tradição religiosa, o grupo teatral é composto pelos próprios alunos da Fundação Nelito Câmara, a peça tem direção de Nil Amaral da cidade de Campo Grande-MS.A peça é uma das diversas apresentações que estão acontecendo na fundação Nelito Câmara, no II Festival de Verão de Ivinhema-MS.
Por: Renato Moreno
Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
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